
Os antigos provérbios: Tal pai, tal filho e; Filho de peixe peixinho é – são praticamente regra. O tal comportamento aprendido, muito bem definido pelo Psicoterapeuta Dr. Içami Tiba como “como somos”, é fatalmente manifestado em alguma ocasião de nossas vidas.
Pais equivocados causam estragos, muitas vezes irreversíveis, na personalidade dos filhos. Tanto quando os criam como gado, mantendo-os alimentados e às vezes limpos, só; como quando os super protegem. A falta do bom e velho bom senso aliada à falta de preocupação com o médio e longo prazos causam grande parte dos problemas de auto estima, ética e educação dos adultos. Que tipo de pessoas estamos criando?
Muitas pessoas esquecem que são exemplos para seus herdeiros e depois reclamam que “não deram sorte com seus filhos” como se fosse uma questão de sorte ou azar. Pais que abandonam seus filhos ou os ignoram não podem esperar nenhum tipo de consideração dos mesmos no futuro. O pior é que as novas gerações são versões potencializadas das antigas e isso é assustador.
Ultimamente, tenho observado inúmeros casos de pais, principalmente mães, que se intrometem e tomam decisões pelos filhos; que praticamente ignoram a existência deles; suas vontades e pensamentos; que os abandona; que os reprimem; e que não sabem impor nenhum tipo de limite. Depois esses pais se acham no direito de colocar a culpa nas crianças e se inscrevem no Super Nanny ou procuram um psicólogo para que uma pessoa estranha lhes ensine a educar seus próprios filhos.
O resultado dessa falta de respeito e atenção com as crianças nós acompanhamos diariamente em toda parte: seja pelos meios de comunicação, entre nossos parentes e amigos, ou até mesmo dentro de nossas casas.
Parafraseando o já citado Dr. Tiba: “Quem ama educa!”






















