Por algum tempo me intitulei feminista. Mas, depois de me tornar uma mulher, no sentido pleno da palavra, percebo que nós mulheres somos muito menos valorizadas do que imaginava e, o mais grave é que muitas vezes a culpa é nossa. Porque nos permitimos ser desrespeitadas. E, decepcionada com as próprias mulheres que criam uma sociedade machista e preconceituosa com a omissão de afeto, limite e humanidade para com os seus, bani a palavra feminista do meu vocabulário. Atualmente, prefiro usar: altruísmo.
O ser mulher ou ser mulher é: ter autonomia sobre sua própria vida, no mínimo. Embora a dupla ou tripla jornada não seja nada fácil, cabe a nós fazer o melhor que podemos. Ter consciência do poder que possuímos e não permitir, nunca, que ninguém diga o contrário e nem nos trate diferente do que merecemos como seres humanos, no mínimo em pé de igualdade.
Que esse dia seja, de verdade, um momento de conscientização do valor da mulher e do nosso papel na sociedade. Nossa dignidade não é negociável. Afinal, somos mulheres!
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