Algumas obras causam impacto outras, nenhum. Mas o “entendimento” é pessoal, subjetivo, cada pessoa que parar em frente a uma obra de arte terá uma sensação diferente, ou não sentirão absolutamente nada. Isso porque a reação depende da bagagem cultural e das experiências individuais e coletivas vividas por cada um. Agora, estudando a história da arte, este tema será abordado algumas vezes por aqui. Então quem gosta se prepare.
Entre tantos gêneros e estilos de arte existe uma forma diferente de se fazer arte, vamos conhecer um pouco da Op Art. Pelo nome, muita gente não tem ideia do que seja, mas é bem mais conhecido do que se imagina. A Optical Art, expressão inglesa que designa um movimento ou tendência iniciada na Europa e logo propagada aos Estados Unidos no começo da década de 1960, é um movimento artístico, que tem por objetivo dar movimento às pinturas. Essa vertente representativa da arte opõe-se à harmonia estática da forma tradicional de arte contemporânea, visando atingir ou causar a impressão de que há movimento na tela, através de estímulos visuais, a famosa ilusão de ótica. Victor Vasarely, de origem Húngara, foi o pioneiro no aprimoramento desta forma de fazer arte. Outro grande nome da Op Art é M.C. Escher, criador das obras abaixo.
A op-art é criada através da combinação de figuras geométricas, alguma vesez coloridas. A maior parte das obras são produzidas em preto e branco. Essa combinação causa o efeito de movimento conforme muda-se o ângulo de visão e o contraste é perfeito para enganar nossos olhos e cérebro.
Em breve mais...
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