
“O homem está condenado a ser livre”. Para Sartre, nossas escolhas são direcionadas por aquilo que nos parece ser o bem. Segundo Artur Polônio, “se a vida não tem, à partida, um sentido determinado […], não podemos evitar criar o sentido de nossa própria vida. A vida nos obriga a escolher entre vários possíveis [mas] nada nos obriga a escolher uma coisa ou outra”. De nada adianta recorrer a explicações religiosas ou espirituais. Destino? Está escrito? Quem disse? Dentro dessa perspectiva, recorrer a uma suposta ordem divina representa apenas uma incapacidade de arcar com as próprias responsabilidades. Cada um é responsável pelo rumo que a vida segue. Livre arbítrio, façamos uso dele. Liberdade!
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